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Ex-jogadores apostam no fator 'Felipão' para Athletico levar Libertadores

Felipão acena para torcedores em embarque do Athletico para final da Libertadores - Divulgação/José Tramontin/Athletico-PR
Felipão acena para torcedores em embarque do Athletico para final da Libertadores Imagem: Divulgação/José Tramontin/Athletico-PR
Stefanie Ramos e Karina Merli

Do UOL, em São Paulo

27/10/2022 04h00

A final da Libertadores ocorre neste sábado (29), entre Athletico-PR e Flamengo, no Equador. Se de um lado, a mudança de postura em campo do Fla é creditada a Dorival Júnior, do outro, Luiz Felipe Scolari é um dos principais personagens da decisão.

Aos 73 anos, o técnico do Furacão chega à sua quarta final do torneio continental. Um recorde entre os treinadores brasileiros.

O UOL Esporte conversou com ex-atletas do time paranaense sobre o papel do técnico veterano na decisão.

Experiência pode fazer a diferença

Ao longo de sua carreira, Felipão ou por clubes como Palmeiras, Cruzeiro e Grêmio, além de ter comandado a seleção brasileira em duas oportunidades, sendo uma delas a que trouxe o título da Copa do Mundo, em 2002. Após a conquista, ainda teve a chance de ser técnico da seleção portuguesa e do Chelsea (ING).

Em maio deste ano, entre olhares de desconfiança, por considerarem seu perfil ultraado, o treinador chegou à equipe paranaense. Aos poucos, as marcas que o fizeram se consagrar apareceram no Furacão: principalmente o estilo copeiro.

Nesta edição da Libertadores, a equipe conseguiu eliminar o tricampeão Palmeiras. O Athletico-PR buscou o empate, após o Verdão sair na frente com 2 a 0, no Allianz Parque. Com o placar agregado de 3 a 2, o Furacão avançou para a final.

Na visão de Alex Mineiro, peça importante no título brasileiro de 2001, o treinador é fonte de confiança para os atletas. "Ter ele no banco, um técnico campeão do mundo, facilita para o jogador que vai entrar em campo para colocar em prática aquilo que treinou."

Jadson, meia revelado pelo clube, vai além. Para ele, não só a bagagem do treinador pode ser importante, mas também a presença de Fernandinho em campo.

O volante chegou ao time paranaense em junho deste ano, após nove anos jogando no Manchester City. "É claro que tem outros jogadores ali, mas são mais jovens e precisam de mais experiência. Eles [Felipão e Fernandinho] são o pilar", declarou o ex-meia à reportagem durante evento da Betfair.

Estrutura e trabalho também ajudam

Esta é a segunda finalíssima do Furacão na Libertadores. A primeira aconteceu em 2005, quando a equipe foi derrotada pelo São Paulo. Para Jadson, o momento atual é fruto de anos de trabalho.

"É mérito do presidente [Mario Celso Petraglia], do estafe e dos atletas chegar até aqui. Fico feliz, era o sonho dele [Petraglia] e tomara que seja campeão da Libertadores", afirmou o ex-jogador.

Hoje à frente da presidência do clube, Mario Celso está na política rubro-negra há 25 anos e é apontado como um dos principais responsáveis pelas modernizações na Arena da Baixada e no centro de treinamento do Athletico.

Nos últimos anos, a equipe vem conquistando títulos cada vez mais importantes. Em 2001, garantiu o Brasileirão. Em 2018, conquistou a Sul-Americana. No ano seguinte, foi a Copa do Brasil e, em 2021, levou mais uma vez o título do torneio continental para a casa.

A bola rola pela final da Copa Libertadores às 17h (de Brasília), no estádio Monumental, em Guayaquil, no Equador.

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